O novo primeiro-ministro Rumen Radev quer dialogar com a Rússia de Vladimir Putin para acabar com a guerra.
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A Bulgária deixará de fornecer à Ucrânia armas provenientes das suas reservas militares estatais, disse o primeiro-ministro deste país membro da NATO e da UE, Rumen Radev, na quarta-feira, 10 de junho.
Ele chefiou o governo depois que seu partido venceu as eleições legislativas em maio. Rumen Radev apela ao diálogo com a Rússia, que está em guerra com Kiev desde 2022. “Já demos o suficiente e o nosso país continua a sofrer perdas socioeconómicas devido a esta guerra sangrenta.”– disse ele à imprensa. Ele disse a si mesmo “Estou convencido de que uma solução pacífica não pode ser alcançada por meios militares”.
A Bulgária forneceu à Ucrânia armas provenientes das suas reservas militares, incluindo sistemas de defesa aérea e mísseis terra-ar, financiados pelo mecanismo europeu do Fundo Europeu para a Paz. As fábricas búlgaras que produzem munições compatíveis com as armas da era soviética utilizadas pelo exército ucraniano têm prosperado desde o início da guerra. Os seus produtos não são vendidos diretamente à Ucrânia, mas sim aos países da UE, que os transferem.



