DESCRIÇÃO – A cimeira de Génova de 2001, marcada por confrontos violentos, viu os anfitriões reunirem-se com chefes de Estado em locais fotografáveis, por vezes muito isolados, para garantir a máxima segurança.
Foi em Évian-les-Bains, nas margens do Lago Genebra e no sopé das montanhas, que Emmanuel Macron recebeu esta segunda-feira, 15 de junho, Donald Trump, bem como os líderes da Alemanha, Itália, União Europeia, Reino Unido, Canadá e Japão, mas também Índia, Egito, Brasil, Quénia, Coreia do Sul, Ucrânia, Qatar e Emirados Árabes Unidos. Obviamente, uma cimeira deste tipo exigiria medidas de segurança draconianas. Nada menos que 12 mil policiais e soldados foram destacados para a cidade termal e ao longo da fronteira com Genebra.
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Mas por que não reunir os grandes nomes do mundo em Paris? Ao lançar o formato G7 em 1975, Valéry Giscard d’Estaing quis criar um diálogo direto entre chefes de Estado, com menos comitivas e num ambiente mais informal. Por isso convidou Gerald Ford e Aldo Moro, entre outros, para Castelo de Rambouilletpara conversar perto da fogueira.
Ao longo dos anos, com a crescente cobertura mediática destas cimeiras…



