DESCRIÇÃO – Embora dois dos seus soldados tenham sido mortos no Líbano, a possível reacção do exército francês foi limitada.
Duas mortes quando a França não estava em guerra. Quarta-feira, duplas honras foram prestadas aos soldados franceses que morreram em missões no Líbanouma hora 17e regimento de engenharia de pára-quedas em Montauban, pela Ministra das Forças Armadas, Catherine Vautrin, e outros em Paris, na comemoração da França em operações externas, pela Delegada Ministerial Alice Rufo. Esta cerimônia foi realizada para Sargento Florian Montórioa partir de 17e RGP, faleceu sábado. Eles associam nomes Mestre Cabo Anicet Girardinmorreu na quarta-feira devido aos ferimentos sofridos no mesmo ataque, atribuído ao Hezbollah. Em Montauban, Catherine Vautrin conta uma história “sangue e sacrifício” para a França no Líbano, lembrando o sangrento ataque de Drakkar em 1983. Atacar as tropas da UNIFIL, numa operação de manutenção da paz, foi um acto de “constitui um crime de guerra”condenou o ministro das Relações Exteriores, Jean-Noël Barrot, na quinta-feira. Mas não há dúvida…






