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Quarenta anos após o desastre nuclear de Chernobyl, chegou a hora dos memoriais. Os funcionários continuam presentes no local, temerosos dos ataques russos e dos novos riscos radioativos em meio à guerra.
Este texto corresponde a parte da transcrição do relatório acima. Clique no vídeo para assisti-lo na íntegra.
Ataque russo a um dos estigmas da nação ucraniana. Na noite de 14 de fevereiro de 2025, a cúpula protetora Chernobil abatido por drone. A imagem que os funcionários da fábrica lembram: “Meu local de trabalho era próximo. Ouvimos um grande estrondo. Saímos correndo e sentimos cheiro de queimado. Não havia nada visível.”– explicou Sergei Borkov, chefe do grupo Chernobyl Ark.
O impacto danificou o arco de proteção, estrutura cuja finalidade é conter materiais radioativos liberados durante o desastre de abril de 1986. Porque 40 anos após os acontecimentos, a central nuclear de Chernobyl ainda está ocupada.
Seus funcionários monitoram a radioatividade e gerenciam resíduos nucleares. Mas durante a guerra, os funcionários temem que a Rússia cause um desastre semelhante: “Não há mais garantias. É difícil prever aonde isso nos levará. A situação está cada vez pior.”– observou Oleg Solonenko, chefe do grupo responsável pela proteção radiológica em Chernobyl. A central não produz eletricidade desde 2000, quando o último dos seus quatro reatores foi encerrado.



