O Kremlin está preocupado com a deterioração da situação de segurança, marcada por ataques jihadistas e pela tomada da cidade de Kidal por grupos armados.
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Um apelo à calma num contexto que é mais do que tenso. A Rússia declarou na terça-feira, 28 de abril, que esperava isso Mali encontrar “O mais breve possível” a situação estabilizou, após uma série de ataques que enfraqueceram as forças militares existentes. “Consideramos importante que o país regresse a um estado de paz e estabilidade o mais rapidamente possível”disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.
Esta declaração veio após a captura de Kidal, uma cidade estratégica no norte do país, pelos rebeldes tuaregues aliar-se a grupos jihadistas e à retirada dos paramilitares russos ali presentes. Segundo as autoridades russas, estas forças sofreram perdas em ataques realizados em diversas regiões.
O governo do Mali tem estado numa situação sem precedentes desde o golpe de 2020: o ministro da Defesa, Sadio Camara, foi morto num ataque, e o general Assimi Goïta, chefe da junta, tem estado invisível e silencioso desde o início das hostilidades na manhã de sábado, levantando questões sobre o futuro da junta.



