Para proteger os países árabes, a América prometeu paz eterna com o Irão.

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O primeiro acordo entre os EUA e o Irão, que estabeleceu um processo de negociação de 60 dias com o objectivo de alcançar um acordo a longo prazo, não conseguiu dar resposta às preocupações de longa data dos Estados do Golfo sobre o programa de mísseis do Irão e os seus representantes regionais.

Mas Rubio descreveu Washington como “nada fazendo para minar a segurança dos nossos aliados”.

Teerã, porém, descreveu o acordo como uma vitória.

O negociador-chefe da organização, Mohammad Bagher Ghalibaf, disse na quarta-feira que o acordo alcançado com a ajuda da mediação paquistanesa foi “o resultado da corajosa resistência e do poder do povo iraniano”.

É por isso que o Memorando de Entendimento de Islamabad é uma declaração de derrota dos EUA.

Segundo Rubio e o Paquistão, as conversações técnicas entre os EUA e o Irão deverão continuar nos próximos dias após a primeira ronda na Suíça.

Rubio também reiterou na quarta-feira que os Estados Unidos estão comprometidos em manter o status de transporte isento de impostos pré-guerra ao longo do Estreito de Ormuz, que movimenta a maior parte dos embarques mundiais de petróleo e gás.

“Não conheço nenhum país no planeta que apoie taxas ou cobranças pelo uso do tráfego”, disse ele no Kuwait.

Em Washington, Trump disse que a imposição de quaisquer tarifas sobre o transporte marítimo era “inaceitável”.

No entanto, o Irão afirmou repetidamente que pagará o que chama de serviços marítimos para controlar o estreito com Omã e atravessar o mar.

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