Um primeiro elemento ligado à extensão da onda de calor em França foi tornado público este domingo, 28 de junho, pela Public Health France, citada pelos meios de comunicação Político : “Desde 24 de junho, foram observadas aproximadamente 1.000 mortes adicionais – dados não consolidados – em comparação com as mortes observadas nos meses anteriores.”
“Este aumento é mais acentuado nas regiões em alerta vermelho nos últimos dias”, acrescentou a agência de saúde, que também esclareceu que este aumento no número de mortes é visível em todas as faixas etárias, mas que “no entanto, 85% das mortes observadas envolvem pessoas com 65 anos ou mais”, sublinham os meios de comunicação social que cobrem as notícias europeias. Este último finalmente lembra, sempre citando o órgão onde esses dados foram obtidos “Dados parciais que subestimam o total de mortes”.
Hospitais sobrecarregados
O desenvolvimento de uma avaliação real “a onda de calor, a pior que já atingiu a Europa Ocidental”, vai demorar “várias semanas”, preciso Político em outro artigo. Na sexta-feira, 26 de junho, os meios de comunicação social já tinham noticiado a respeito de Espanha que, à luz de dados ainda que muito parciais, “Investigadores espanhóis já atribuíram ao calor mais de 210 mortes registadas entre domingo (21 de junho) e quarta-feira (24 de junho).
O site lembra que em agosto de 2003, “o calor matou 70 mil pessoas” uma Europa.
Entretanto, foram publicados os dados da Public Health France “a maior parte da França já não estava em alerta vermelho” neste dia 24 de junho, “as altas temperaturas movem-se para leste”, o site continua, enquanto no fim de semana de 27 e 28 de junho, “Muitos eventos foram cancelados ou adiados no país para evitar a sobrecarga dos hospitais, já perto do limite, principalmente na região de Paris”.
Entre outros elementos orçamentais disponíveis, “pelo menos 74 pessoas morreram afogadas em França (…) desde 18 de junho”, disse o ministro do Interior, Laurent Nuñez, em entrevista ao Parisiense, relatado pela mídia Notícias Árabes.