Você vive mais dormindo? Médicos revelam quais truques de longevidade realmente importam

Ninguém precisa viver como Johnson para se beneficiar dos efeitos da longevidade.
Getty Images/Oleg Breslavtsev

  • O empresário norte-americano Bryan Johnson está investindo milhões para reduzir sua idade biológica.
  • O professor Michael Ristow, da Charité, contradiz o foco de Johnson no sono e em entrevista ao “Bild” sublinha a importância da aptidão física.
  • Os especialistas recomendam várias sugestões, incluindo cerca de 120 a 150 minutos de exercício por semana para manter um nível saudável de condicionamento físico.

O empresário norte-americano Bryan Johnson gasta milhões todos os anos para reduzir a sua idade biológica. No seu protocolo “Não Morra”, o homem de 48 anos afirma que o sono é o pilar mais importante da sua estratégia de longevidade. Mas um ilustre cientista alemão contradiz esta atenção particular.

O professor Michael Ristow, da Charité Berlin, esclarece ao “Bild”: “As evidências da atividade física são muitas vezes melhores do que as da qualidade do sono”. A pesquisa mostra outra chave para uma vida longa – e não está na cama.

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Porque a aptidão física supera todo o resto

O diretor do Instituto de Endocrinologia Experimental sublinha uma observação central: não são os valores de saúde isolados que determinam o fator longevidade, mas sim o estado real da formação. Uma frequência cardíaca em repouso baixa é um valor importante. No entanto, se isto for conseguido, por exemplo, através da toma de beta-bloqueadores, isto não é muito significativo em termos do efeito na longevidade.

Você realmente precisa de muito treinamento

A boa notícia: ninguém precisa viver como Johnson para se beneficiar dos efeitos da longevidade. O internista Dr. Marcus Franz dá ao “Bild” uma recomendação muito mais moderada: “Do ponto de vista da medicina esportiva, o treinamento de força uma ou duas vezes por semana e o treinamento cardiovascular duas ou três vezes por semana são recomendados e são absolutamente suficientes para atingir um bom nível de saúde e condicionamento físico.”

Os dois especialistas dão conselhos específicos diferentes: 120 a 150 minutos de atividade física por semana são suficientes. A divisão deve, portanto, incluir três a quatro sessões de treino, divididas em sessões de força e resistência.

O treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) é particularmente eficaz. Correr apenas quatro vezes por 20 a 30 segundos traz efeitos mensuráveis.

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Além do treino estruturado, os especialistas recomendam mais exercícios físicos no dia a dia. Caminhar distâncias aceitáveis, subir escadas em vez de pegar o elevador, ir de bicicleta para o trabalho: tudo isso contribui para a sua boa forma física.

Se você fica muito sentado, deve levantar-se a cada hora e caminhar alguns minutos. Alternativamente, pode ajudar subir dois ou três lances de escada ou realizar 20 agachamentos. Os médicos também recomendam exercícios de equilíbrio e coordenação.

A regeneração também é importante: se você faz 120 a 150 minutos de atividade física por semana, um ou dois dias de descanso são suficientes. Após sessões intensivas também pode haver um intervalo de 48 horas.

SF


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