É muito novo e isso é tudo menos anedótico. O medo é a gangrena do atleta, que transforma os sucessos mais visíveis em desastres inevitáveis. Esta metamorfose ocorre em um homem: Luís Enrique. Por um momento podemos ver coragem, até mesmo premeditação. Como naquele dia de outubro de 2024, quando o treinador espanhol, ainda falando a língua de Cervantes, o anunciou entre a decepcionante derrota no Arsenal (2-0) e o triste empate em Nice (1-1): “Acho que vamos ganhar tudo.



