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A equipa de Carlo Ancelotti mostrou-se forte desde o primeiro apito. O Brasil controlou o jogo e continuou pressionando a defesa japonesa, mas a disciplina da defesa do Samurai Azul fez com que as chances criadas por Vinicius Junior e companheiros não dessem resultado. A melhor chance no início do jogo veio de um chute longo de Matheus Cunha que Sion Suzuki conseguiu defender.
Na verdade, o Japão foi o primeiro a interromper a pregação aos vinte e nove minutos. Kaishu Sano fez uma jogada individual impressionante ao cortar a bola do meio-campo antes de chutar rasteiro de fora da área. Seu chute foi para o canto do gol, sem que Alisson Becker conseguisse alcançá-lo, dando ao Japão uma vantagem de 1 a 0 no intervalo.
Entrando no segundo tempo, Ancelotti aumentou imediatamente o poder ofensivo de sua equipe ao colocar Endrick. Essa mudança permite que o Brasil jogue de forma mais agressiva. Depois de várias oportunidades abertas por Suzuki e pela defesa japonesa, o empate finalmente surgiu aos 54 minutos. Casemiro recebeu cruzamento de Gabriel Magalhães com uma cabeçada poderosa que fez o placar 1 a 1.
O Brasil seguiu em busca do gol da vitória. Vinicius Junior quase marcou gol após seu chute ser bloqueado por Suzuki e acertar o gol. Quando parecia que o jogo iria para a prorrogação, Gabriel Martinelli surgiu como herói. O extremo, que entrou como reserva, finalizou um passe de Bruno Guimarães à queima-roupa nos acréscimos para garantir uma vitória impressionante por 2 a 1 para o Time Samba.
Esse resultado fez o Brasil ir para a 16ª rodada da Copa do Mundo de 2026. A Seleção aguarda o próximo adversário, ou seja, o vencedor da partida entre Costa do Marfim e Noruega.
(loja)