Jacarta –
A disputa entre Rien Wartia Trigina, também conhecido como Erin, ex-marido de Andre Taulany, e sua assistente doméstica (ART), Nia, está ficando mais barulhenta. Nia, que foi novamente denunciada por Erin por difamação nas redes sociais, afirmou que não se opõe e está pronta para enfrentar o processo judicial em curso.
Nia confirmou que a presença de Erin na noite do incidente foi puramente por senso de responsabilidade como distribuidora. Ele admite que recebeu um relatório direto de sua funcionária, Hera, que pediu ajuda porque suspeitava que ele estava sofrendo abusos.
“Está tudo bem. Só vim esta noite de acordo com o relatório do meu trabalhador. Este é o relatório do meu trabalhador, vim esta noite com boas intenções, também vim com boa ética”, disse Nia quando encontrada na Delegacia de Polícia Metropolitana do Sul de Jacarta, segunda-feira (05/04/2026).
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No depoimento, Nia também justificou a acusação de que fez às autoridades para intimidar o seu empregador. Segundo ele, a polícia veio após receber instruções de Erin quando Nia tentou levar Hera como família, mas foi rejeitada.
“Antes de ir para lá, não levei a polícia, e foi a senhora Erin quem me disse para denunciar à polícia, porque cheguei lá com entusiasmo, queria levar o meu trabalhador, depois foram despedidos e tive que denunciar a polícia”, disse Nia.
Em seguida, Nia explicou a situação que ela mesma presenciou diante da polícia e dos seguranças. Ele admitiu que ouviu imediatamente gritos de socorro de Hera, que alegou ter sido submetida a atos violentos de estrangulamento e arranhões.
“Desde ontem à noite na frente da polícia, ela (Hera) estava lá gritando por socorro quando foi estrangulada e arranhada.
Na verdade, Nia sente que Erin prejudicou a reputação comercial de sua fundação de distribuição de ART ao chamá-la de problemática. Ele lamentou a ação legal que Erin tomou porque Nia sentiu que estava seguindo os procedimentos e regras que seu empregador havia solicitado desde que ela chegou.
“Se algo acontecer (à ART), a culpa é minha. Qual é a minha responsabilidade como distribuidor se eu não levar para casa”, concluiu Nia.
Este caso começou quando um membro da família chamado Hera denunciou Erin à Polícia Metropolitana do Sul de Jacarta por suspeita de abuso leve em 28 de abril de 2026. O relatório se tornou viral depois que Nia, dona de uma fundação de distribuição, carregou uma foto de Hera e falou sobre a violência na plataforma Threads.
Erin nega veementemente as acusações e afirma ter evidências de CCTV provando que não houve violência física ou estrangulamento. Como resultado da postagem no Threads, Erin denunciou Nia e Hera por suposta difamação e calúnia por meio de mídia eletrônica.
(ahh / sempre)



