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“Para mim é um sofrimento silencioso”: na Argentina, Javier Milei reabre as feridas de anos de ditadura

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RELATÓRIO – Ao invocar memórias “completas” deste período, o presidente argentino acabou com o consenso que existia desde o regresso da democracia no seu país.

Sequestro, centro de tortura, fuga mortal… Embora um um trabalho memorável reconhecido internacionalmenteos anos de ditadura ainda são uma ferida aberta na Argentina. Milhares de pessoas ainda estão esperando para descobrir o que aconteceu com seus entes queridos. Os pais ainda não têm notícias dos seus filhos, “bebés roubados” que se tornaram adultos, raptados à nascença e confiados a famílias onde, cinquenta anos depois, reina o silêncio. Haverá até 500 bebês foram removidos à mãe que estava então presa; 140 foram encontrados até agora. Segundo estimativas, o número de desaparecidos varia entre 8 mil e 30 mil. Continuam a ser descobertas valas comuns, como no final de março, na cidade de Córdoba, onde foram exumados 12 corpos: as suas identidades ainda são desconhecidas.

Desde 1983 e com o retorno da democracia, tem havido um consenso em relação à violência estatal. Presidente argentino Javier Mileiprepare-se para explodi-lo. Cálculos políticos? Desejos sinceros…

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