Publicado
Tempo de leitura: 1 minuto – vídeo: 1 minuto.
Os ataques russos à Ucrânia continuam, apesar dos apelos à desescalada. Em Zaporozhye, Kramatorsk, Kharkov e Sumy, os ataques terroristas desde 5 de Maio mataram várias dezenas de pessoas, reavivando o medo entre a população civil e enterrando ainda mais as esperanças de uma trégua.
Este texto corresponde a parte da transcrição do relatório acima. Clique no vídeo para assisti-lo na íntegra.
A esperança de uma trégua não durou muito. Em Zaporozhye, no dia 5 de maio, um ataque russo a um posto de gasolina matou 12 pessoas e danificou vários edifícios residenciais próximos, criando um pesadelo aparentemente interminável para os civis. “Eu estava na varanda voltando. Tinha acabado de entrar quando tudo explodiu. Eu estava correndo descalço e só consegui pegar minha bolsa. Não havia mais janelas. Tudo no meu apartamento caiu no primeiro andar. Estou tremendo todo, estou paralisado.” – testemunha o morador.
O mesmo filme de terror em várias cidades do país, por exemplo, em Kramatorsk ou Kharkov. Cerca de trinta pessoas foram mortas no total desde 5 de maio, quando Kiev declarou uma pausa nas hostilidades e a Rússia parecia sugerir que um cessar-fogo era possível. No X, o Ministro das Relações Exteriores da Ucrânia diz: “Isto mostra que a Rússia rejeita a paz e os seus falsos apelos a um cessar-fogo em 9 de maio não têm nada a ver com diplomacia. Putin só se preocupa com paradas militares, não com vidas humanas.”
A voz do diálogo ainda parecia muito distante no dia 6 de maio em Sumy, onde dois drones atingiram a cidade, incluindo um jardim de infância, provocando um incêndio cujas consequências ainda são desconhecidas. Mas as autoridades locais já alertam sobre possíveis ataques e pedem aos moradores que permaneçam em abrigos.



