Do outro lado dos Pirenéus, o governo não esperou movimento metoo Para lidar com a crise do feminicídio. Em 2004, a Espanha – um país frequentemente citado como modelo na luta contra o feminicídio – adoptou uma lei-quadro sobre “salvaguardas abrangentes contra a violência doméstica”. A lei, regularmente enriquecida e amplamente financiada desde então, parece estar a dar frutos: os números. Mulheres que foram assassinadas pelo cônjuge ou ex-marido O número registado pelo governo espanhol diminuiu mais de 30%, passando de 71 em 2003 para 49 em 2024. Em comparação, em França a contagem subirá para 107 em 2024.



