(Este artigo pode ser encontrado em nossa edição especial Clima: viver de forma diferente, à venda a partir de 20 de maio nas bancas e em nosso site.)
Na dúvida, basta pular no lago, dizem os habitantes do Lago Constança, como se essa fosse a solução para as temperaturas italianas que reinam na Alemanha. Afinal, é o terceiro maior lago da Europa Central e quando o ouvemos pensamos que se trata de reservas inesgotáveis. Só que com as alterações climáticas já não é tão simples.
No verão de 2018 o lago estava tão quente que os peixes quase desapareceram. Piscinas de água fria foram instaladas no Alto Reno na esperança de que algumas pessoas ali se refugiassem. Em 2022 não houve degelo nos Alpes. Em alguns portos os barcos ficaram literalmente secos. As árvores do Lorettowald (floresta na periferia da cidade) sofreram: não resistiram ao calor e foram danificadas por tempestades e besouros (besouros destruidores de florestas).
Um pedido de ajuda pública
Costanza reconheceu a gravidade da situação em 2019. Enquanto as Sextas-feiras pelo Futuro (greves organizadas por crianças em idade escolar e estudantes para lançar luz sobre a emergência climática)