Cabo Verde, primeira selecção do Mundial de 2026, precisa mais uma vez de um milagre. Eles precisam vencer a Arábia Saudita para chegar às oitavas de final.
Cabo Verde fez história ao qualificar-se pela primeira vez para o Mundial de 2026. No primeiro jogo do Grupo H contra a Espanha, Cabo Verde pareceu forte para segurar os gigantes no empate em 0-0.
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Cabo Verde conseguiu então segurar o Uruguai num empate 2-2. Isso lhes rendeu dois pontos e uma vaga no mini ranking para o terceiro melhor time, a fim de se classificar para as oitavas de final!
A seguir, Cabo Verde enfrenta a Arábia Saudita, na sexta-feira (27/6), na última partida do Grupo H. Se conseguir somar os três pontos, terá um total de cinco gols e poderá garantir uma vaga nas fases inferiores.
Se o Uruguai perder ao mesmo tempo para a Espanha e Cabo Verde vencer, Cabo Verde também pode terminar em segundo. Se mais tarde Cabo Verde empatar com a Arábia Saudita, os pontos serão três e ainda haverá vantagens na mini classificação, mesmo que seja pequena.
A razão é que agora são cinco times que ainda têm chance de garantir os ingressos entre os oito primeiros das mini posições na terceira melhor posição. Aqui estão a Croácia e a Argélia com três golos cada, depois a Bélgica com dois pontos, a RD Congo com um ponto e o Senegal com zero pontos.
Já são três equipas das posições inferiores que são protagonistas dos 16 avos-de-final. Mas se Cabo Verde perder para a Arábia Saudita, as suas hipóteses estão fechadas.
“Respeitamos a Arábia Saudita, mas queremos qualificar-nos para a próxima fase e acreditamos nas nossas próprias capacidades”, disse o seleccionador cabo-verdiano Bobista, segundo reportado pelo Reuters.
“A Copa do Mundo nos ensinou que não há jogos fáceis ou resultados certos antes do início”, acrescentou.
O defesa cabo-verdiano Pico Lopes também acredita que a sua equipa pode voltar a roubar a cena. Todos os olhos estão voltados para Cabo Verde e querem mais!
“Temos recebido um apoio extraordinário de todo o mundo. Não será fácil, mas não vamos deixar de acreditar”, frisou.
(aff/correu)